Era uma vez uma criança que, nascida e criada em ambiente onde quem mandava eram os "J" pelo que teve a companhia de Lapins e Doors sempre à sua perna, sentia-se muito in(seguro) e quando redigiam textos as semelhanças eram tais que os professores logo diziam : "- Aqui há copianço!
Os vizinhos começaram a não ter confiança alguma naqueles traquinas, pelo que se abstinham de comentar fosse o que fosse, já sabiam que a vingança seria terrível!
Toda a gente sabia que tinham diversos casos em tribunal e por mais que este dissesse que há coisas que não se devem fazer pois são um desrespeito aos direitos de igualdade e proporcionalidade, os traquinas, logo de imediato arranjavam forma de enganar os juízes e zás, tomai lá vizinhos que é para a próxima não abusares.
Todos os anos a coisa se foi repetindo que a justiça não tinha mãos a medir.
Entrementes, veio até à terra natal um triunvirato que toda a gente chamava de credores para trazer uma grana, mas aquilo até parecia o mercado negro do ouro, davam com uma mão e tiravam com as cinco. Esses senhores eram muito amigos de Lapins e Doors e passavam o tempo a olhar para os mercados, uma espécie de feira da ladra, onde o que tem valor é tratado como lixo! Pudera, levam-nos o dinheirinho e deixam-nos com uns papeis sem valor nas mãos!
A coisa evoluiu de tal forma que a criança in(segura), ora dizia que a rapaziada era de pouca confiança, ora se punha ao lado deles sem saber o que fazer...
Até que trataram de fazer um plebiscito...quem gosta de quem? É claro que o menino in(seguro) foi o pretendido em relação aos outros, só que pouca gente compareceu ao solene ato! Pois diziam entre um e outro que venha o Diabo e escolha!
A vizinhança ficou um pouco intrigada com um tal de Marin que tinha pinta de papagaio pois foi chegar, ver e comprar a passagem para Bruxelas!
Em casa do menino in(seguro), tudo chorava a vitória porque esperavam mais dele. O irmão que vivia na en(costa) teve uma vivência com um veterano do burgo em que só(ares) lhe fazia a cabeça e dizia-lhe: "- En(costa)ao teu irmão in(seguro), vais longe, assim afastas-te da casa mais endividada do país, que é a tua!"...
Estou muito cansado pelo vou parar por aqui...logo que possa relatarei o que aconteceu aos meninos. No entanto, tenho na memória a história de Abel e Caim, será que a história se repete?
Vou tentar adormecer ao som de "amigo é irmão" https://www.youtube.com/watch?v=rovNK4ZqGR4
Um Blogue,como muitos outros. "Tudo o que somos incapazes de dar nos possui" (André Gide)
sexta-feira, 30 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Azíume!
Não gosto do que estou a ver!
Sinto que a incultura luso europeia é deprimente e como quem não se sente não é filho de boa gente, fica esta simples frase:
"É privilégio dos grandes artistas políticos poderem erguer à altura do drama as mais sórdidas farsas do seu ofício. " (Vargas-Vila)
Sinto que a incultura luso europeia é deprimente e como quem não se sente não é filho de boa gente, fica esta simples frase:
"É privilégio dos grandes artistas políticos poderem erguer à altura do drama as mais sórdidas farsas do seu ofício. " (Vargas-Vila)
quinta-feira, 22 de maio de 2014
EUROPEIAS !!!
Mais uma vez estamos perante um ato eleitoral.
Não podia deixar passar em claro esse fato, por isso trago à minha página um poema (de Joaquim Pessoa) de agradecimento à corja...e para bom entendedor estas palavras bastam!
Não podia deixar passar em claro esse fato, por isso trago à minha página um poema (de Joaquim Pessoa) de agradecimento à corja...e para bom entendedor estas palavras bastam!
Poema de agradecimento à corja
Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.
Joaquim Pessoa
Obrigado, excelências.
Obrigado por nos destruírem o sonho e a oportunidade
de vivermos felizes e em paz.
Obrigado
pelo exemplo que se esforçam em nos dar
de como é possível viver sem vergonha, sem respeito e sem
dignidade.
Obrigado por nos roubarem. Por não nos perguntarem nada.
Por não nos darem explicações.
Obrigado por se orgulharem de nos tirar
as coisas por que lutámos e às quais temos direito.
Obrigado por nos tirarem até o sono. E a tranquilidade. E a alegria.
Obrigado pelo cinzentismo, pela depressão, pelo desespero.
Obrigado pela vossa mediocridade.
E obrigado por aquilo que podem e não querem fazer.
Obrigado por tudo o que não sabem e fingem saber.
Obrigado por transformarem o nosso coração numa sala de espera.
Obrigado por fazerem de cada um dos nossos dias
um dia menos interessante que o anterior.
Obrigado por nos exigirem mais do que podemos dar.
Obrigado por nos darem em troca quase nada.
Obrigado por não disfarçarem a cobiça, a corrupção, a indignidade.
Pelo chocante imerecimento da vossa comodidade
e da vossa felicidade adquirida a qualquer preço.
E pelo vosso vergonhoso descaramento.
Obrigado por nos ensinarem tudo o que nunca deveremos querer,
o que nunca deveremos fazer, o que nunca deveremos aceitar.
Obrigado por serem o que são.
Obrigado por serem como são.
Para que não sejamos também assim.
E para que possamos reconhecer facilmente
quem temos de rejeitar.
Joaquim Pessoa
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Flores e perfumes...numa prece
Se fosse ver-te num tempo
que pequeno se adivinha
fosse manhã ou noitinha
Que bom seria o momento
Pois tua rosa era minha!
Mas não, isso não foi possível
e deleito-me no teu jardim
Mulher, que és sensível...
deixas contudo em mim
teu perfume previsível!
E neste momento de Abril
onde não posso chegar,
Sejas rosa ou sejas cravo
das flores seria eu escravo
e em tua cama de pétalas
farias meu aconchegar!
Mas eis que Maio se entrega
Em meu corpo deprimido...
Num aparente movimento sem sentido,
Rebola, contorna e meu corpo esfrega
Deixando-me enlouquecido!
É o teu mês, mês de Maria.
Faço preces, quiçá pouco audíveis!
Ou quem sabe incompreensíveis,
e nesta triste melancolia,
aguardo respostas compatíveis!
Maria, Virgem Santa, meu queixume,
tem amargura e está cheio de lamento
monótono, triste e pachorrento!
Que do branco manto o teu perfume ,
Alivie todo o meu sofrimento!
Alivie todo o meu sofrimento!
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Empenho, Religiosidade...ou vaidade!?
Estou um pouco perdido no tempo e no espaço,o que não me deixa nada tranquilo!
Comecei por pensar se o dia de descanso semanal seria o Sábado ou o Domingo.
Depois veio-me à ideia que "Êxodo 20,8-11 - Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus" , Contudo, deparei em http://www.pt.amazinghope.net/dia-de-descanso-sabado-ou-domingo/ que se deve a Constantino " 7 de Março do ano 321 o imperador Constantino promulgou um decreto, que mudou o sábado de sábado para domingo. ...
Mas, porquê toda esta lengalenga?
Os dias têm 24 horas, se retirarmos o Sábado e o Domingo ainda restam 5 dias...haveria alguma necessidade de reunir um conselho de ministros por pouco mais de duas horas, num Domingo para tomar uma decisão que já estava tomada, pelo menos nos cinco dias anteriores (ou há mais tempo!) e numa foto de família centralizada com pompa e circunstância pelo PM, ouvir proclamar de forma "heróica" e "estóica" como é que se atingiu uma saída "limpa"?
Por isso a minha questão: Empenho, Religiosidade...ou vaidade?
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Silêncio versus Inteligência
Gostei de ler:
"Um homem é como dois pombos pousados numa cerejeira. Um pássaro está comendo o fruto, enquanto o outro olha em silêncio."(Upanishad indiano)
O interessante nesta análise é que o silêncio da testemunha que é o pássaro, retrata o silêncio profundo que todos nós possuímos mas que aparentamos não existir.
Se pensarmos bem o silêncio é na realidade a origem da inteligência.
Mas é inteligente não permanecermos eternamente em silêncio.
Quando isso acontecer, nem o caroço da cereja ficará para nós!
Por isso" Mede as tuas palavras pelo silêncio e o silêncio pelas circunstâncias." Sólōn; (Atenas, 638 a.C. – 558 a.C.)
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Lotarias...
Estão na moda as lotarias...as da Santa Casa e agora as do fisco, onde a teoria é poupem mas para ganhar gastem...e meus amigos efectivamente só sai a quem joga. Se nas da Santa Casa é o jogo pelo jogo nas do fisco temos a contrapartida de nos transformarmos em "funcionários públicos" já que temos a honrosa missão (nas palavras dos governantes) de controlar no respectivo site da Internet se as faturinhas estão devidamente inseridas...não há pachorra!
Estava a minha pessoa tão triste e a meditar sobre esta temática quando me deparei com com uma citação de Miroslav Radman (distinto professor de Biologia Celular na Universidade de Paris) "Somos o resultado de duas lotarias: a dos genes e a do meio"...
Bolas! Não é que o homem tem razão...logo esperemos que neste jogo que é a vida nos saia a lotaria!
Estava a minha pessoa tão triste e a meditar sobre esta temática quando me deparei com com uma citação de Miroslav Radman (distinto professor de Biologia Celular na Universidade de Paris) "Somos o resultado de duas lotarias: a dos genes e a do meio"...
Bolas! Não é que o homem tem razão...logo esperemos que neste jogo que é a vida nos saia a lotaria!
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