quinta-feira, 23 de abril de 2015

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Tu e Eu...Porque Não?




Manhã cedo...entras no bar
O mundo não parou mas tudo olha para ti!
És Tu, alguém se apressou a apelidar-te...
Com uma celeridade passas a obra de arte!
"Gioconda"... verdade!...encantei-me, isso senti!

Logo, quem passou a observar-te fui Eu!
Uma jovem...reservada e tímida!
Ou talvez não? Apeteceu-me abraçar-te...
Como quem se apaixona por uma obra de arte!
Mas o teu sorriso é restrito e isso me intimida!

Sente-se...Tu és também sedução!
Por isso o sentimento é profundo!
Fico assim...Eu admirado e todo o povo calado
Livre como és, sentas-te a meu lado...
Para mim, sinto que parou o mundo!

Ah! que engraçado...Tu e Eu!
Fintamos o tempo por momentos...
Li no teu rosto, sorriso e olhar
Partes de um livro que passei a admirar!
Tu e Eu...Porque Não? Sem sofrimentos!!!


quarta-feira, 15 de abril de 2015

O Político patético



Desculpem-me mas deu-me a foleirice de adaptar a letra de "O Pica do Sete" do Miguel Araújo...são ideias em momentos de raiva interior.

Chegam de mansinho
vão bebendo vinho e vendo a paisagem
metem na pochette tudo o que prometem
é tudo paisagem!

Eu bem que não queria
Mas um certo dia, fui eu lá votar
E o meu gesto patético por um político categórico voltou a sonhar

A cada decreto
Que em plenário ali se debate De um modo hipotético
O resultado é caquético e toca a rebate

O abismo se perfila
O povo refila e eu faço o pino
Pois um mero decreto No meu caso concreto, é triste o destino

Ninguém acredita no estado em que fica a nossa nação
Quando a sacaneira me apanha
Até acho que do peito me salta o coração Pois no reino da asneira esta vida é vã
Até me dá raiva pelo baile que o político patético me dá

Que triste fadário E que itinerário tão infeliz
O do dromedário
Com meu voto partidário faço o bobo feliz.

Se eu lhe perguntasse Se tem intenção de melhorar a vida a alguém
Vá-se lá saber
Talvez ele me diga que não quer isso para ninguém.

Ninguém acredita no estado em que fica a nossa nação
Quando a sacaneira me apanha
Até acho que do peito me salta o coração Pois no reino da asneira esta vida é vã
Até me dá raiva pelo baile que o político patético me dá
Até me dá raiva pelo baile que o político patético me dá

segunda-feira, 13 de abril de 2015

É isso ai

É isso aí
a vida é simples quase sempre
A vida continua
Não vou parar de te olhar!

Cf Mt 25, 34-46 conseguimos ler:
Obras de misericórdia:
A) Corporais:
1- Dar de comer a quem tem fome;
2- Dar de beber a quem tem sede;
3- Vestir os nus;
4- Dar pousada aos peregrinos;
5- Assistir aos enfermos;
6- Visitar os presos;
7- Enterrar os mortos.

B) Espirituais:
1- Dar bom conselho;
2- Ensinar os ignorantes;
3- Corrigir os que erram;
4- Consolar os tristes;
5- Perdoar as injúrias;
6- Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo;
7- Rogar a Deus por vivos e defuntos.

É ISSO AÍ "NÃO VOU PARAR DE TE OLHAR"!!!


quinta-feira, 9 de abril de 2015

Borboletas

Borboletas na cabeça
Quando limpamos o sótão,
Nada que se pareça 
Com o nosso mundo cão!
Meu sótão está destruído
por sentimentos doridos!
Apaixonado pelo vivido
Emprenhado pelos ouvidos! 

Na vida tudo acontece
Não há sótão que resista,
Quando a borboleta aparece,
Perdemos o mundo de vista!
Portanto, quero que acalmes
todas tuas borboletas!
Por favor, não te inflames
Fecha o sótão nas gavetas 

Mete as gavetas no sotão
com elas... as borboletas!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Regresso


Pronto para regressar delicio-me com uma morna já que as coisas funcionam ao ritmo de quem manda...a saudade persegue-me de ambos os lados...fiquem bem!


sexta-feira, 3 de abril de 2015

Entilado

Esta é comigo! Animal e mamífero!

Estava eu tão descansado,
Animal que sou racional.
Quando te vejo a meu lado
Qual encanto bem trajado,
devorando um anticoncepcional!
Perguntei-me a mim mesmo 
Porque tens dores de cabeça?
Porque te enfadas com cepos?
Porque te irritas com qualquer emperuado?
Se já me tens ao teu lado!
Pois é...sou um mamífero!
Passo a vida a mamar
Sempre que canto o meu fado...
Não penso em consequências
ignoro o meu Know how
Quero lá saber de fraturas
expostas e helicoidais...
Se a minha sina é mamar...
mais e mais como os demais!
Nada nos vai separar, nem a morte
que triste se fará anunciar...
Levando-nos também com ela
Numa qualquer barca bela
Sem nunca agonizar!
Isto virou tão confuso
sinto-me tão infantil
Que vou desligar aqui...
ausentei...mas...não... morri!
Ainda me lembro de Ti(l)!