Se o poeta me amasse
Como amo a poesia
Talvez ele se encantasse
Casasse comigo algum dia!
Mas o amor tem feridas
Que não curam com palavras
Há tantas horas perdidas
Há tanta raiva e mágoas!
É esta Mariazinha
que aqui vês retratada
que espera a manhãzinha
Mais clara e apaixonada!!!
Um Blogue,como muitos outros. "Tudo o que somos incapazes de dar nos possui" (André Gide)
segunda-feira, 8 de junho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Os nossos Sentidos
Ver quem gostamos é bom
Olhar com um sentido profundo
E numa troca de olhares
VER que dentro de ti
Há muito mais que um mundo!!!
Ouvir quem queremos é fixe
Escutar palavras que agradam
E numa troca de sons
OUVIR que dentro de ti
Saem coisas que me inflamam!!!
Saborear a pele do teu rosto
Num momento degustado
E numa troca de provas
SABORear que dentro de ti
Meu palato fica mais apaixonado!!!
Tatear teu corpo lindo
Quando te encostas a mim
E numa troca de afetos
TATEAR que dentro de ti
A amizade não tem fim!!!
Cheirar teu peito perfeito
Quando nos despedimos
E numa troca de perfumes
CHEIRAR que dentro de ti
Há aromas que assumimos!!!
Assim, neste imenso mundo
Onde estamos metidos
Ver, ouvir, provar, tatear, cheirar
Sinto que dentro de ti
Misturam-se nossos sentidos!!!
Olhar com um sentido profundo
E numa troca de olhares
VER que dentro de ti
Há muito mais que um mundo!!!
Ouvir quem queremos é fixe
Escutar palavras que agradam
E numa troca de sons
OUVIR que dentro de ti
Saem coisas que me inflamam!!!
Saborear a pele do teu rosto
Num momento degustado
E numa troca de provas
SABORear que dentro de ti
Meu palato fica mais apaixonado!!!
Tatear teu corpo lindo
Quando te encostas a mim
E numa troca de afetos
TATEAR que dentro de ti
A amizade não tem fim!!!
Cheirar teu peito perfeito
Quando nos despedimos
E numa troca de perfumes
CHEIRAR que dentro de ti
Há aromas que assumimos!!!
Assim, neste imenso mundo
Onde estamos metidos
Ver, ouvir, provar, tatear, cheirar
Sinto que dentro de ti
Misturam-se nossos sentidos!!!
segunda-feira, 1 de junho de 2015
No dia da criança...uma pipoca doce!
Criancice a minha...
quando acordei pelas seis horas da manhã
estava cheio de sede...maldita ressaca!
Levantei-me e já na cozinha deparei-me
Com o maldito calendário fixado na parede!
Sim, maldito porque me diz a todo o instante
que os dias passam sem parar e...sem voltar para trás!
Num abrir de olhos afoguei a sede num simples copo de água!
Voltar para a cama? Voltar a adormecer?
Credo, tanto tempo que se perde a dormir!
Ainda me recordo de ler na revista "Notícias Magazine"o seguinte:
Os adultos com 78 anos terão levado
Nove anos a ver televisão e quatro anos a conduzir,
Quarenta e oito dias a ter sexo (só????-pergunta minha)
vinte e cinco anos a dormir....que desperdício!(observação minha)...
Pois bem, como há coisa que não são oportunas a algumas horas do dia,
....voltei a olhar para o calendário e vi...! 01 de Junho DIA DA CRIANÇA!
Como já não o sou...delirei e tentei ser uma criancinha!
Peguei num grãozinho de milho e enfiei-o no micro ondas
Potência máxima e Flop!!!! O Grão transformou-se em pipoca!
Uma pipoca branquinha e luzidia....que foi parar logo ao açucareiro!
Naquela doçura de pipoca quando lhe ia pregar uma dentada...
Senti que ela me dizia " Posso entrevistar-te?"
Vaidoso como sou, respondi-lhe: "Sou um livro aberto, minha pipoca"
Seduzido...respondi-lhe a tudo mas, comi-a!
O que esperava ela? Melhor sorte do que ser tragada no dia da criança?
Criancice a minha...ou talvez não! A pipoca deixou-me de herança...
Sabem o quê a MINHA ENTREVISTA! (Entrevista no blogue#57 http://apipocaarrumadinha.blogspot.pt/2015/06/entrevista-no-blog-57.html
Como poderei voltar atrás PIPOCA?
quarta-feira, 27 de maio de 2015
O "SER" da MARIA...
És… Faltava-te esta palavra!
Na veia poética da Mariavaicomasoutras, digo-te que “Sou”:
Os Dedos das Mãos que se tocam e embalam,
Quando estamos juntas, porque as mãos falam.
A Taquicardia que nos sustenta sempre que eu te encontro,
Porque o Coração bate de acordo com o momento e com o que sente dentro.
O Espírito que nos ventila o viver
E não deixa a Alma morrer.
Os Olhos vivos e reluzentes, os teus,
Subjugada e desnuda pelo Olhar dos olhos meus.
O Ser que te ama e te domina,
Sempre que me aproximo do teu Corpo de menina.
O Apelo que te chama e te basta,
Num Desejo que é nosso e nos desgasta.
A Cabeça que sem esforço transpira,
Quando as nossas Bocas se unem num beijo que nos respira.
A Alegria radiosa que impera,
Num Sorriso luminoso que nos espera.
O Som das palavras que digo,
No murmurar de uma Voz que te atravessa e te dói.
A Chama que aquece e clareia o teu ser,
Na Luz que nos incendeia o sofrer.
A Cor que te liberta sem dor,
Do Arco-íris que é o nosso amor.
O Luar que nos arrebata e embriaga
De uma Lua que enfeitiça a nossa entrega.
O Som da nossa paixão,
Numa Melodia que nos perturba a razão.
A Fantasia que é o Sonho,
de juntos poder voar.
O Percurso de um Caminho que nos guia e nos assola,
Mas mesmo sendo custoso nos consola.
A Crença que te acolhe e te leva, na Fé que sendo dos dois,
Faz que na tempestade, chegue a bonança depois.
O Pavor que te transtorna e até te faz rejeitar,
No Medo que em ti se cria, de uma Mulher amar.
A Onda que te navega, na imensidão que é o Mar
E que ao chegar à praia, desmaia por te abraçar.
Sou…a palavra que te faltava, não para encontrar o que… És
Porque essa sempre esteve no corpo do verbo Ser…
Uma Mulher que te ama e que se estende a teus pés...
segunda-feira, 25 de maio de 2015
desejos
Desejos? Pois sejam assim então!
Um querer e não o ter...
Um querer, mas sempre em vão
Na ilusão de te ter..
Dito assim nada me espanta
Ficamos mais à vontade
Para pintarmos a manta
E voar em liberdade.
Explica-me o que ali se lê:
Onde te queres encostar?
E o "dito cujo" é o quê??
(deixaste-me a matutar)...
Tenho o meu lado brejeiro
Um querer e não o ter...
Um querer, mas sempre em vão
Na ilusão de te ter..
Dito assim nada me espanta
Ficamos mais à vontade
Para pintarmos a manta
E voar em liberdade.
Explica-me o que ali se lê:
Onde te queres encostar?
E o "dito cujo" é o quê??
(deixaste-me a matutar)...
Tenho o meu lado brejeiro
Do teu nada diferente
Já vi que és um bom parceiro
Humorado e boa gente!
Quanto à imaginação
Não te falta estou segura
Uma vez que és comilão
E gostas de fruta madura.
É só assim que o aceito
Com muito amor à mistura
Para que seja bem feito
E envolto em muita ternura.
Já vi que és um bom parceiro
Humorado e boa gente!
Quanto à imaginação
Não te falta estou segura
Uma vez que és comilão
E gostas de fruta madura.
É só assim que o aceito
Com muito amor à mistura
Para que seja bem feito
E envolto em muita ternura.
Pecadora me confesso
Também tenho os meus segredos
Também tenho os meus segredos
E de certeza emagreço
Massajada p'los teus dedos.
Massajada p'los teus dedos.
O soltarmos os desejos
Faz-nos bem ao coração
Envoltos num mar de beijos
Faz voar a imaginação.
Faz-nos bem ao coração
Envoltos num mar de beijos
Faz voar a imaginação.
E eu tenho para te dar
Todo o tempo do mundo
E à vida iremos brindar
Todo o tempo do mundo
E à vida iremos brindar
Com um abraço profundo.
(Nota: parceria privada com o consórcio de uma grande amiga... apenas deixo um pequeno piscar de olho;) porque a espionagem também tem desejos, tenho dito)

(Nota: parceria privada com o consórcio de uma grande amiga... apenas deixo um pequeno piscar de olho;) porque a espionagem também tem desejos, tenho dito)
sexta-feira, 22 de maio de 2015
Quem Será?*
Quem será?
Uma pergunta com uma infinidade de respostas!
Ontem, por força de circunstâncias revivalistas e depois de arejar as minhas ideias numa espécie de linha limite entre a alegria da presença e a dor da ausência, acabei sentado no sofá a ler atentamente a "Última conversa" de Agostinho da Silva, publicado pela Casa das Letras.
A resposta:"as coisas bonitas não nos devem impedir de também vermos as desgraças que acontecem às pessoas" reflete o nosso dia a dia que, carregado de uma cegueira secundária a doença egocêntrica, leva a que as pessoas injustamente se maltratem no seu egoísmo insano...vivemos para e em função de nós próprios, esquecendo que ao nosso lado há quem esteja a sofrer.
Quanto mais tentamos fugir da solidão mais enredados ficamos nela mas se pensarmos bem nunca estamos sós "mais que não fosse, pelo menos, tinha o Sol e a chuva...", esses companheiros que nos acompanham, ora isoladamente ora em parceria,no sequencial e ritmado tempo biológico.
Depois temos os "companheiros" aqueles que comem o pão conjuntamente com o outro, os "camaradas" que dormem no mesmo aposento do outro e os "colegas" aqueles que tem a mesma lei...isto no dizer do autor, o qual reafirma que por vezes há uma combinação entre eles...e dias há em que aparecem isoladamente e outros em que aparecem todos ao mesmo tempo.
Estou tramado, afinal quem será que me acompanhará de uma forma consistente naquilo que me vai restando do ciclo da vida?
Pois é Professor Agostinho "o homem é a coisa mais extraordinária que aparece no mundo, é o inesperado feito pessoa."...eu que o diga, o inesperado espera por mim e eu espero pelo inesperado, por isso sou humano e extraordinário, no amor, na dádiva, na partilha, no meu sofrimento e as excepções a isso confirmam a regra!
Mas... e quem será?
Sei lá...o tempo o dirá!!!
* Obrigado amiga pela partilha musical
terça-feira, 19 de maio de 2015
"VAMOS FUGIR OS DOIS"
Aquele portentoso arbusto algo doente,
Naquela selva frenética onde emergem reveses,
Admirado que é por imensa gente
Sente-se triste e só nas suas atitudes corteses.
Atraído que foi nos acasos em que está envolvido
Por uma formosa e reluzente planta germinada,
Com quase menos duas décadas de vida
Por ela se encantou, suspira e vive fascinada!
Tantos são os lenhadores que por ali passam,
Naqueles singelos mas comuns recantos escolhidos
Que com olhares desconfiados nos arrasam
Perturbando a livre expressão dos sentidos!
Assim se passam dias de cumplicidade,
Relatando angustiados a sua vulnerabilidade
Sem nunca saber o que virá depois.
Eis que num delicado sonho me acordas
E num fulminante relâmpago me transportas
Quando ao ouvido me dizes: "VAMOS FUGIR OS DOIS"
Naquela selva frenética onde emergem reveses,
Admirado que é por imensa gente
Sente-se triste e só nas suas atitudes corteses.
Atraído que foi nos acasos em que está envolvido
Por uma formosa e reluzente planta germinada,
Com quase menos duas décadas de vida
Por ela se encantou, suspira e vive fascinada!
Tantos são os lenhadores que por ali passam,
Naqueles singelos mas comuns recantos escolhidos
Que com olhares desconfiados nos arrasam
Perturbando a livre expressão dos sentidos!
Assim se passam dias de cumplicidade,
Relatando angustiados a sua vulnerabilidade
Sem nunca saber o que virá depois.
Eis que num delicado sonho me acordas
E num fulminante relâmpago me transportas
Quando ao ouvido me dizes: "VAMOS FUGIR OS DOIS"
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