sábado, 17 de novembro de 2018

#consigo

Quis escrever
E descrever
Aquilo que senti
Quando li o #sentir
Sobre o que sem ti
Me impede de sorrir

De repente pensei:
Será que consigo?

 Surge então o #errei
E percebi que era comigo!
Juro que consigo!
Eu sinto que consigo!
Mais do que um amigo
Ter um porto de abrigo
E sim,é consigo
Que eu juro que consigo
Não ter medo do perigo
Por saber que está comigo!

Consigo eu consigo
A felicidade mais pura
Sempre que comigo
Partilha toda a ternura.

Por fim,fico a pensar:
Será que consegui?
Ou bastaria um olhar
Para perceber que não saí daqui ❤

 (Tomásia)

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

#Sinto

Sinto!
Sinto que sou o que sinto
E sinto-te como te sinto
No sentir eu não te minto
E do teu sentir sou faminto.

Sinto!
Sinto-me num mar de rosas
Sinto-te tão frágil e pesarosa
No sentir tens atitudes virtuosas
Porque no sentir não há prosas.

Sinto!
Sinto que nos convence o presente
Sinto que o amanhã está em frente
No sentir há uma decisão decorrente
De sentir que há um amor irreverente.

Sinto!
Quem não sente?
Quem sabe, porque talvez não se sinta?
Sinto!
Claro que sinto! Sinto muito!

(Aníbal Panza)

quinta-feira, 15 de novembro de 2018


#expectativasmetafóricas

Inacreditávelmente
Tudo se transforma!
O tempo...
O modo...
O espaço...
Mesmo num espaço aberto
Nunca está perto o deserto.

O tempo fica mais curto
O modo mais agradável
O espaço convidativo
Já e logo...
Ao mais infimo pecado.
Como quem come
Do chocolate... um bocado!

Potencia-se o clima
No auge das expectativas
Dar um duplo mortal
Ou uma cambalhota tripla ?
O que importa afinal
É o de sentir qual é o estado
Em que os protagonistas ficam!

É!
É inacreditável pois é!
Quando olhamos em frente
E sem ver gente sentimos
Que agimos satisfatoriamente
No superar das expectativas
Mesmo em contexto diferente!

Transpiro!
Respiro e suspiro!
Num complexo anexo
Falando de forma eufórica!
Porque tal ou tais expectativas
Deste nosso estranho mundo
São surpreendentemente metafóricas!

(Aníbal Panza)
#cuscos

Ei! Tu aí!
Achas-te o quê?
O dono do mundo?
Faz-te à vida... Ou então
Dorme um sono bem profundo!

Não vês?
Que a vida afinal
Entre a partida e a chegada
Tanto dá como nos tira... tudo!
Quantas vezes pela calada?

Por isso!
Podes ler o que aqui vês
Interpretar como queres
Podes fazer uns mil porquês
Respostas nunca as terás... Mesmo que te desesperes!

O amor? E o amar?
Ai se soubesses o que é!
Mas não sabes...nem o como nem o quê?
Podes esperar sentado...calado!
Porque aqui... Ninguém o vê!

(Aníbal Panza)

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

#nuncaireicompreenderouabreosolhoscompanheiro

Existe!
No ideário dos humanos
O nunca e o sempre para compreender!

Nunca?
Palavra feia
Que contraria o sempre!

Sempre?
Como me entedias
És igual todos os dias!

Compreender?
O quê?
O Nunca e o sempre?

Vidas!
Na Medicina e no Amor
É o que tiver de acontecer... vá-se lá saber!

(Aníbal Panza)

terça-feira, 13 de novembro de 2018

#gratidão
Estou grato pela minha vida 
Grato estou por estares nela 
É uma emoção tão sentida 
Que me diz que a "vida é bela"
Abraço-me à gratidão 
No mundo dos preconceitos 
Julgam-te os outros, eu não 
Sei que somos imperfeitos!.
Por ver em ti a verdade 
Sinto então felicidade 
Que enche o meu coração!
Se os outros só têm maldade 
Pensa no valor da liberdade 
É o berço da gratidão!
(Aníbal Panza) 

domingo, 11 de novembro de 2018

#escolhas

Entre o partir e o ficar
Que por vezes se apresentam
Na forma de decisão
Que acabamos por tomar.
Há sempre alguma emoção 
Entre o coração e a razão!

Há quem fique tão somente
Por não saber que fazer
Mesmo com tudo acabado
Insiste no mesmo fado
É bem pior do que o cego
Porque vê mas não quer ver!

Fico!Por mais duro que o seja 
Ninguém pediu para entrar
E a decisão está tomada!
Meu bem! Comigo ficas também!
Com coragem e mais forte 
Pois sabes o que é amar e ser amada!

(Aníbal Panza)