Um Blogue,como muitos outros. "Tudo o que somos incapazes de dar nos possui" (André Gide)
sábado, 22 de dezembro de 2018
#podemossermaisfortes
Há quem queira derrubar-nos
De locais onde não estamos
Há quem prefira calar-nos
Quando a verdade falamos.
Longe de um qualquer pedestal
Somos aquilo que somos
Por mais que nos queiram mal
Vivemos como podemos.
E mesmo que a gente caia
Ao mar com tantos desnortes
Ao arrojarmos à praia
Renasceremos mais fortes.
(Mariavaicomasoutras- 04/2017)
#poetasepoesias
E o que dizer
Dos nossos poemas
Palavras tão simples
Embaladas em berço
A horas banais.
Escritas sentidas
Em terreno agreste
Nunca são proscritas
Se expostas
Desnudas
Do que alguns outros
Ávidamente as vestem.
Ai a poesia
E os amores vividos
Ai a poesia
E os amores proibidos
Ai a poesia
Dos nossos sentidos!
(Aníbal Panza)
E o que dizer
Dos nossos poemas
Palavras tão simples
Embaladas em berço
A horas banais.
Escritas sentidas
Em terreno agreste
Nunca são proscritas
Se expostas
Desnudas
Do que alguns outros
Ávidamente as vestem.
Ai a poesia
E os amores vividos
Ai a poesia
E os amores proibidos
Ai a poesia
Dos nossos sentidos!
(Aníbal Panza)
#hojedemorei-me
Hoje demorei-me!
A mim
A ti
Em nós
Por nós!
Uma demora
No tempo
Sem horas
Sorridente
Presente!
Hoje demorei-me!
Hoje demorei-te!
Sem medos
Felizes
Criando raízes!
Foi tal a demora
Com chuva lá fora
Sossego
Aconchego
Num fechar de olhos!
Hoje demorei-me!
Nas pegadas da VIDA
Sem desnortes
Porque os abraços
Sim! Os abraços!
Foram dos mais fortes!
(Aníbal Panza)
Hoje demorei-me!
A mim
A ti
Em nós
Por nós!
Uma demora
No tempo
Sem horas
Sorridente
Presente!
Hoje demorei-me!
Hoje demorei-te!
Sem medos
Felizes
Criando raízes!
Foi tal a demora
Com chuva lá fora
Sossego
Aconchego
Num fechar de olhos!
Hoje demorei-me!
Nas pegadas da VIDA
Sem desnortes
Porque os abraços
Sim! Os abraços!
Foram dos mais fortes!
(Aníbal Panza)
#oquesei
Sei que há flores bonitas
Sei que há mulheres mais belas
Sei que há amizades puras
Nos seus olhares sentinelas
Sei que há sorrisos traquinas
Como o é o sorriso delas
Na sensualidade de expressões femininas.
Sei que a vida me convida
Sei que a vida me enleva
Sei que a vida se desgasta
Se olharmos só pra ela
Sei por isso que no agora
Está o aproveitar o momento
Que o meu coração tanto adora!
Sei que há quem pense saber mais
Do que aquilo que eu sei
Sei que neste meu saber
Há dúvidas que me trespassam
Sei que um dia vou morrer
Mas até lá vou fazer
Coisas que me satisfaçam!
(Aníbal Panza)
Sei que há flores bonitas
Sei que há mulheres mais belas
Sei que há amizades puras
Nos seus olhares sentinelas
Sei que há sorrisos traquinas
Como o é o sorriso delas
Na sensualidade de expressões femininas.
Sei que a vida me convida
Sei que a vida me enleva
Sei que a vida se desgasta
Se olharmos só pra ela
Sei por isso que no agora
Está o aproveitar o momento
Que o meu coração tanto adora!
Sei que há quem pense saber mais
Do que aquilo que eu sei
Sei que neste meu saber
Há dúvidas que me trespassam
Sei que um dia vou morrer
Mas até lá vou fazer
Coisas que me satisfaçam!
(Aníbal Panza)
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
#Amor
Tenho a morte por companhia
Todo o dia
Sinal de que todo o meu ser
Está entregue a Deus
E que um adeus
Marca a diferença
Entre uma qualquer via.
É amor toda esta dor
Uma chama intensa
Numa fogueira imensa
Onde se adensa
A impaciência!
Com dor
Assim permaneço
E assim ficarei certamente
Apenas porque conheço
E reconheço
Que sou e serei o teu amor
Eternamente!
Talvez já nem saiba
O que diga
Por entre aquilo que sinto
E sinto que o nosso amor
De um forte abraço
Está faminto!
Amor!
Apenas e só AMOR ❤️
(Aníbal Panza)
Tenho a morte por companhia
Todo o dia
Sinal de que todo o meu ser
Está entregue a Deus
E que um adeus
Marca a diferença
Entre uma qualquer via.
É amor toda esta dor
Uma chama intensa
Numa fogueira imensa
Onde se adensa
A impaciência!
Com dor
Assim permaneço
E assim ficarei certamente
Apenas porque conheço
E reconheço
Que sou e serei o teu amor
Eternamente!
Talvez já nem saiba
O que diga
Por entre aquilo que sinto
E sinto que o nosso amor
De um forte abraço
Está faminto!
Amor!
Apenas e só AMOR ❤️
(Aníbal Panza)
#pesadelos
Sonhar e sofrer
Sofrendo a sonhar
Com mil expetativas
De algo mudar
Enquanto o tempo
Está sempre a passar
E a tudo lembrar.
Ah! Meu caro
Érico Veríssimo
Eu também aprendi
Tudo o que dizias com o teu sentir
De que "a vida começa todos os dias"
Ainda que venha com as mãos vazias!
Claro que é
Sempre um "sentir"
De tudo aquilo que o nosso corpo
Está sempre a pedir
E ao seu desejo
Acabamos por nem tudo lhe dar
Com o nosso fugir.
E eis que então
Surgem sempre em nós
Brutais pesadelos
Apoiados nos medos
Por ter que enfrentar as nossas lembranças
E o pensamento de sermos perseguidos
Pela solidão.
(Aníbal Panza)
Sonhar e sofrer
Sofrendo a sonhar
Com mil expetativas
De algo mudar
Enquanto o tempo
Está sempre a passar
E a tudo lembrar.
Ah! Meu caro
Érico Veríssimo
Eu também aprendi
Tudo o que dizias com o teu sentir
De que "a vida começa todos os dias"
Ainda que venha com as mãos vazias!
Claro que é
Sempre um "sentir"
De tudo aquilo que o nosso corpo
Está sempre a pedir
E ao seu desejo
Acabamos por nem tudo lhe dar
Com o nosso fugir.
E eis que então
Surgem sempre em nós
Brutais pesadelos
Apoiados nos medos
Por ter que enfrentar as nossas lembranças
E o pensamento de sermos perseguidos
Pela solidão.
(Aníbal Panza)
#inteligênciaemocional
Não me conhecendo, conheci-me!
Vivo num mundo onde impera
Como regra a empatia
Natural sem fantasia
Onde a amizade é na verdade
A luz do nosso dia-a-dia!
É esta minha auto consciência
Que por vezes me trai
Dizendo que o que "lá vai lá vai"
Nem sempre da mesma forma
Numa desmesurada motivação
Que nunca se conforma!
Que auto regulação esta
Que tantas vezes falha e me atrofia
Deixando que da consciência fuja
O falar incontrolado, desmedido
O explodir numa raiva de cortante aresta
Que magoa sem sentido!
De aptidões sociais constituído
Onde as competências sempre foram
Uma constante da minha vida
Deixei que a voz desmedida
Se apoderasse sem racionalidade
E a zero me sublimasse!
Que enfado tudo seria
Não fosse a honestidade
E a retidão dos meus amigos
Que comigo partilham as suas emoções
Em todos os momentos
Fazendo que baixe o volume da minha voz
Potenciando a riqueza dos meus argumentos!
(Aníbal Panza)
Não me conhecendo, conheci-me!
Vivo num mundo onde impera
Como regra a empatia
Natural sem fantasia
Onde a amizade é na verdade
A luz do nosso dia-a-dia!
É esta minha auto consciência
Que por vezes me trai
Dizendo que o que "lá vai lá vai"
Nem sempre da mesma forma
Numa desmesurada motivação
Que nunca se conforma!
Que auto regulação esta
Que tantas vezes falha e me atrofia
Deixando que da consciência fuja
O falar incontrolado, desmedido
O explodir numa raiva de cortante aresta
Que magoa sem sentido!
De aptidões sociais constituído
Onde as competências sempre foram
Uma constante da minha vida
Deixei que a voz desmedida
Se apoderasse sem racionalidade
E a zero me sublimasse!
Que enfado tudo seria
Não fosse a honestidade
E a retidão dos meus amigos
Que comigo partilham as suas emoções
Em todos os momentos
Fazendo que baixe o volume da minha voz
Potenciando a riqueza dos meus argumentos!
(Aníbal Panza)
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