#encontrocombichos
Até parece por acaso
Esse entrecruzado encontro
Como se a vida fosse feita de acasos
Quando se viaja da periferia para o epicentro.
Cada Eu diferencia o Nós
Que somos quando estamos juntos
Combinando as partes como dominós
Sempre feitos de mil sentimentos.
E de forma discreta
Alheamos todos os outros
Que ficarão com cara de um vulgar pateta
Sem nada entender sobre os ditos encontros.
Ah! Pois, não falei dos bichos!
Isso fica para depois!
(Aníbal Panza)
Um Blogue,como muitos outros. "Tudo o que somos incapazes de dar nos possui" (André Gide)
terça-feira, 25 de junho de 2019
#fazesmesorrir
Confesso!
Falar sobre o que me fazes sentir
É fácil, por ser tão puro!
Podia escrever aqui
Porque me sinto seguro
Dos sentimentos profundos
Que me confortam a alma.
Sei que há muitos incrédulos
Nauseados com rancor.
Deixemos que se dissolvam
No fel da curiosidade.
Porque não quero mentir
Pois falo sempre verdade
Será que estarei louco quando digo
-Fazes-me sorrir sem motivo!
(Aníbal Panza)
Confesso!
Falar sobre o que me fazes sentir
É fácil, por ser tão puro!
Podia escrever aqui
Porque me sinto seguro
Dos sentimentos profundos
Que me confortam a alma.
Sei que há muitos incrédulos
Nauseados com rancor.
Deixemos que se dissolvam
No fel da curiosidade.
Porque não quero mentir
Pois falo sempre verdade
Será que estarei louco quando digo
-Fazes-me sorrir sem motivo!
(Aníbal Panza)
#quecoisa
Porque será?
Que na roda da moda
De seres concretos
Até uns sapatos
Se metem nos óculos?
Será que haverá
Por aqueles lados
Passadeiras vermelhas
Ou percursos pedestres
Pouco explorados?
Sei lá
Se alguém saberá!
Mas que os há!
Ai não que não há!
Porque é certo que os há!
Tal e qual
Como as bruxas
De vassoura na mão
Que viajam no tempo
Carregando às costas
Um bafio nojento!
(Aníbal Panza)
Porque será?
Que na roda da moda
De seres concretos
Até uns sapatos
Se metem nos óculos?
Será que haverá
Por aqueles lados
Passadeiras vermelhas
Ou percursos pedestres
Pouco explorados?
Sei lá
Se alguém saberá!
Mas que os há!
Ai não que não há!
Porque é certo que os há!
Tal e qual
Como as bruxas
De vassoura na mão
Que viajam no tempo
Carregando às costas
Um bafio nojento!
(Aníbal Panza)
#desabafos
Pese embora a inconstância e a inconsistência das palavras
Consegues deixar em mim
As mais doces e profundas marcas
Como a beleza de uma flor
Que se destaca num jardim...
Que mais dizer ou pensar
Se vai ser afinal no silêncio de uma ausência
Que vou finalmente sentir o teu respirar até o dia chegar...
(Aníbal Panza)
Pese embora a inconstância e a inconsistência das palavras
Consegues deixar em mim
As mais doces e profundas marcas
Como a beleza de uma flor
Que se destaca num jardim...
Que mais dizer ou pensar
Se vai ser afinal no silêncio de uma ausência
Que vou finalmente sentir o teu respirar até o dia chegar...
(Aníbal Panza)
#oamoreoamar
Na realidade
É o Amor que não é um jogo.
Já o Amar é uma arte
Onde os soldados se empenham
Em conquistas, dádivas, partilhas.
Quando algum se considera vencedor.
É porque houve um vencido.
E isso quer-nos dizer
Que o Amor ficou ferido
Pelo angústia de um fraquejo
E pelo desamar de um convencido.
(Mariavaicomasoutras 02.04.2018)
Na realidade
É o Amor que não é um jogo.
Já o Amar é uma arte
Onde os soldados se empenham
Em conquistas, dádivas, partilhas.
Quando algum se considera vencedor.
É porque houve um vencido.
E isso quer-nos dizer
Que o Amor ficou ferido
Pelo angústia de um fraquejo
E pelo desamar de um convencido.
(Mariavaicomasoutras 02.04.2018)
#porquemesintotaotriste
Quando ao olhar nos teus olhos
Abri o livro da vida
Encontrei uma página rasgada
Que me deixou intrigado
Por saber que aquela ferida
Foi por alguém provocada.
Era tão triste o olhar
Que se cruzava no meu
Deixando que duas lágrimas
Deslizassem pelo rosto
Onde então transpareceu
O Porquê do teu desgosto!
É então que por ti choro
Pedindo com muito amor
Não dês passos que conduzam
A uma tristeza eterna
Que só te provocam dor
E que a mim me consterna.
(Aníbal Panza 05.08.2018)
Quando ao olhar nos teus olhos
Abri o livro da vida
Encontrei uma página rasgada
Que me deixou intrigado
Por saber que aquela ferida
Foi por alguém provocada.
Era tão triste o olhar
Que se cruzava no meu
Deixando que duas lágrimas
Deslizassem pelo rosto
Onde então transpareceu
O Porquê do teu desgosto!
É então que por ti choro
Pedindo com muito amor
Não dês passos que conduzam
A uma tristeza eterna
Que só te provocam dor
E que a mim me consterna.
(Aníbal Panza 05.08.2018)
segunda-feira, 3 de junho de 2019
Tenham calma! Eu já vou atender-vos a todos!
#91*92*93*96*#
Bom dia!
Sim, sou eu!
Estou sim!
Agora não!
Ligue mais tarde!
É engano!
Mas eu pedi-lhe alguma coisa?
Desculpe, importa-se de repetir?
Obrigado, mas já vem tarde!
Outra vez?
Quando precisar eu ligo!
Com licença!
Ainda bem que me ligaste!
Sabes que estava a morrer de saudades tuas?
Não te esqueceste dos meus documentos?
Recordas o que me disseste ontem?
Não, não acredito!
Espera-lhe pela volta, que isto não fica assim!
Sim! Eu sei!
Deve pensar que somos todos parvos!
Não digas asneiras!
Depois falamos!
Chegou á caixa do correio de...
Após o sinal deixe a sua mensagem!
Deixa isso comigo, não te preocupes!
Desliga tu!
Amo-te! Amo-te tanto!
Até já!
Beijinho!
(Aníbal Panza)
#91*92*93*96*#
Bom dia!
Sim, sou eu!
Estou sim!
Agora não!
Ligue mais tarde!
É engano!
Mas eu pedi-lhe alguma coisa?
Desculpe, importa-se de repetir?
Obrigado, mas já vem tarde!
Outra vez?
Quando precisar eu ligo!
Com licença!
Ainda bem que me ligaste!
Sabes que estava a morrer de saudades tuas?
Não te esqueceste dos meus documentos?
Recordas o que me disseste ontem?
Não, não acredito!
Espera-lhe pela volta, que isto não fica assim!
Sim! Eu sei!
Deve pensar que somos todos parvos!
Não digas asneiras!
Depois falamos!
Chegou á caixa do correio de...
Após o sinal deixe a sua mensagem!
Deixa isso comigo, não te preocupes!
Desliga tu!
Amo-te! Amo-te tanto!
Até já!
Beijinho!
(Aníbal Panza)
#aindaomosquitoeoamor
Tudo poderia ser diferente
Dependesse a vida
De um qualquer outro
Doce ingrediente
Igualmente surpreendente!
Tome-se como exemplo
Um simples perna de pau
Que a conversa no templo
Tudo teria de bom
Acompanhada por umas pedras limão!
Quase tenho a certeza
Que o mosquito picaria
Sempre da mesma maneira!
E que o amor concerteza
Rapidamente se desenvolveria
Na dimensão de uma incrível coceira!
(Aníbal Panza)
Tudo poderia ser diferente
Dependesse a vida
De um qualquer outro
Doce ingrediente
Igualmente surpreendente!
Tome-se como exemplo
Um simples perna de pau
Que a conversa no templo
Tudo teria de bom
Acompanhada por umas pedras limão!
Quase tenho a certeza
Que o mosquito picaria
Sempre da mesma maneira!
E que o amor concerteza
Rapidamente se desenvolveria
Na dimensão de uma incrível coceira!
(Aníbal Panza)
#omosquitoeoamor
Há coisas na nossa vida
Que acontecem sabe-se lá
Do porquê em que se vê envolvida
Por vezes algo atrevida
Mas por acaso... não será!
Entre dois sabores distintos
Na arte de degustar
Um cheesecake sem lamentos
E a um moscatel com argumentos
Acabei por ir parar!
E eis que surge o pensar
Que o mosquito e o amor
São fáceis de comparar.
Ambos sofrem de cegueira
No encontro com destemor
E no modo, como acabam por picar!
(Aníbal Panza)
Há coisas na nossa vida
Que acontecem sabe-se lá
Do porquê em que se vê envolvida
Por vezes algo atrevida
Mas por acaso... não será!
Entre dois sabores distintos
Na arte de degustar
Um cheesecake sem lamentos
E a um moscatel com argumentos
Acabei por ir parar!
E eis que surge o pensar
Que o mosquito e o amor
São fáceis de comparar.
Ambos sofrem de cegueira
No encontro com destemor
E no modo, como acabam por picar!
(Aníbal Panza)
DEIXO HOJE E AGORA NESTE LOCAL
UM POEMA ORIGINAL!
SEI QUE APENAS SERÁ ENTENDIDO
POR QUEM TEM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL!
#ocontratempo
Estava tudo conforme
Naquele momento enorme
O ambiente
O salão
A gata
O tempo
Mas também o contratempo.
Pela segunda vez
Em menos de um quarto de dia
Tudo ali acontecia
A presença
A vontade
O corpo
Mas também o contratempo.
As circunstâncias
Eram como eram
Ainda são como são.
Compreendo
Lamento
Desculpo
Mas também o contratempo.
Soa então o alarme
Quase pára a digestão
Onde está a chave
A chave
Maldita chave
Desaparecer
Daquele modo, sem charme!
Que contratempo!
Esconder-se no sofá
Enrolada!
Camuflada
Mas finalmente encontrada
Sua desavergonhada!
(Aníbal Panza)
UM POEMA ORIGINAL!
SEI QUE APENAS SERÁ ENTENDIDO
POR QUEM TEM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL!
#ocontratempo
Estava tudo conforme
Naquele momento enorme
O ambiente
O salão
A gata
O tempo
Mas também o contratempo.
Pela segunda vez
Em menos de um quarto de dia
Tudo ali acontecia
A presença
A vontade
O corpo
Mas também o contratempo.
As circunstâncias
Eram como eram
Ainda são como são.
Compreendo
Lamento
Desculpo
Mas também o contratempo.
Soa então o alarme
Quase pára a digestão
Onde está a chave
A chave
Maldita chave
Desaparecer
Daquele modo, sem charme!
Que contratempo!
Esconder-se no sofá
Enrolada!
Camuflada
Mas finalmente encontrada
Sua desavergonhada!
(Aníbal Panza)
#viagemnaminhaaldeia
Motivado
Assim me sinto
Para contigo ir
Ao universo infinito.
Libertos
De olhares
Maliciosos
Saímos unidos e vitoriosos.
Fortes
É o que somos
Concretizando
O intenso de um desejo.
Sorrimos
Resposta direta
Concreta
Abençoado o momento.
Importante
É seguir
Em frente
De um modo inteligente.
(Aníbal Panza)
Motivado
Assim me sinto
Para contigo ir
Ao universo infinito.
Libertos
De olhares
Maliciosos
Saímos unidos e vitoriosos.
Fortes
É o que somos
Concretizando
O intenso de um desejo.
Sorrimos
Resposta direta
Concreta
Abençoado o momento.
Importante
É seguir
Em frente
De um modo inteligente.
(Aníbal Panza)
#amoresdeViana
Em momentos de lazer
Quando escrevo sobre ti
Minha princesa do Lima
Sinto o coração a arder
Num fogo que me domina.
Percorrendo com o olhar
Aquela encosta verdejante
Aos pés de Santa Luzia
Confesso que por te amar
Dou asas à fantasia.
Não omito a ninguém
Que por ti eu dou a vida
E o que ela me significa
Por isso o que gosta vem
E quem ama como eu fica.
Meu amor que longe estás
Nunca me deixes sózinho
Sem partilhar sentimentos
Que o tempo não volta atrás
Nem repete os bons momentos.
(Aníbal Panza)
Em momentos de lazer
Quando escrevo sobre ti
Minha princesa do Lima
Sinto o coração a arder
Num fogo que me domina.
Percorrendo com o olhar
Aquela encosta verdejante
Aos pés de Santa Luzia
Confesso que por te amar
Dou asas à fantasia.
Não omito a ninguém
Que por ti eu dou a vida
E o que ela me significa
Por isso o que gosta vem
E quem ama como eu fica.
Meu amor que longe estás
Nunca me deixes sózinho
Sem partilhar sentimentos
Que o tempo não volta atrás
Nem repete os bons momentos.
(Aníbal Panza)
#certoversuserrado
Tentei descobrir um dia
Qual seria o local certo
Para medir a distância
Entre o certo e o incerto.
Partindo do apelidado zero
Alinhei-me com dois pontos
Um à esquerda outro à direita
Para evitar mais confrontos.
Quando pensava que o certo
Era para um dos lados
Logo ali fui confrontado
Que os certos estão errados.
Mas será então que o erro
É o caminho mais certo
Para encontrar o oásis
Bem no meio do deserto?
Parece-me hoje que sim
Tentativa e erro nos espertos
É a medida anacrónica
Que os errados afinal serão os certos!
(Aníbal Panza)
Tentei descobrir um dia
Qual seria o local certo
Para medir a distância
Entre o certo e o incerto.
Partindo do apelidado zero
Alinhei-me com dois pontos
Um à esquerda outro à direita
Para evitar mais confrontos.
Quando pensava que o certo
Era para um dos lados
Logo ali fui confrontado
Que os certos estão errados.
Mas será então que o erro
É o caminho mais certo
Para encontrar o oásis
Bem no meio do deserto?
Parece-me hoje que sim
Tentativa e erro nos espertos
É a medida anacrónica
Que os errados afinal serão os certos!
(Aníbal Panza)
#minhaflor
Meu amor
Pensa como pensares
Logo depois de acordar
Mas olha para o teu jardim
Vê as tuas rosas a abrir
Com um sol que agora nasce
Há coisas que não se explicam
Perfumes que não nos deixam .
Meu amor sente apenas
Que o tempo que tudo leva
É o mesmo que tudo trás
Cá por mim fico à espera
Dos momentos em que a rosa
De intimidade profunda
Te diga que este amor
É o rosto da primavera
E tu a mais bela flor!
(Aníbal Panza)
Meu amor
Pensa como pensares
Logo depois de acordar
Mas olha para o teu jardim
Vê as tuas rosas a abrir
Com um sol que agora nasce
Há coisas que não se explicam
Perfumes que não nos deixam .
Meu amor sente apenas
Que o tempo que tudo leva
É o mesmo que tudo trás
Cá por mim fico à espera
Dos momentos em que a rosa
De intimidade profunda
Te diga que este amor
É o rosto da primavera
E tu a mais bela flor!
(Aníbal Panza)
#paixão
Falar de ti neste momento
É abrir as portas à amargurada ternura
Que sempre guardei cá dentro
No antro do meu frágil coração
Onde se refugiou no auge da noite escura.
Com ela guardei-te a ti
Mulher menina, mulher bela
Tão bela quanto o renascer da aurora
Que me ilumina a cada uma das manhãs
Prenúncio de uma vida pura e singela.
Não quero sequer sentir que tu me foges
Pois que nos braços de alguém
Por força de um percurso te entregaste
Enquanto eu de uma forma humana
Nada mais fazia que cuidar os seres que sofrem.
Hoje, livre para voar assim me sinto
Até pousar delicado mas intensamente
Na envergadura trémula dos teus braços
Que num completo e demorado abraço
Me deixa maravilhado indubitavelmente.
Arrebatado por mil beijos que em cascata
Numa sofreguidão nunca pensada
As nossas bocas trocam docemente
Ficando ali coladas sem demora
Desejando que tudo perdure pela vida fora.
Fosse a realidade do nosso sentir
A verdade suprema de um porvir
Este amor de tão sofrido que há em nós
Nos trilhos penosos da razão e coração
Encontraria a livre expressão de uma paixão.
(Aníbal Panza)
Falar de ti neste momento
É abrir as portas à amargurada ternura
Que sempre guardei cá dentro
No antro do meu frágil coração
Onde se refugiou no auge da noite escura.
Com ela guardei-te a ti
Mulher menina, mulher bela
Tão bela quanto o renascer da aurora
Que me ilumina a cada uma das manhãs
Prenúncio de uma vida pura e singela.
Não quero sequer sentir que tu me foges
Pois que nos braços de alguém
Por força de um percurso te entregaste
Enquanto eu de uma forma humana
Nada mais fazia que cuidar os seres que sofrem.
Hoje, livre para voar assim me sinto
Até pousar delicado mas intensamente
Na envergadura trémula dos teus braços
Que num completo e demorado abraço
Me deixa maravilhado indubitavelmente.
Arrebatado por mil beijos que em cascata
Numa sofreguidão nunca pensada
As nossas bocas trocam docemente
Ficando ali coladas sem demora
Desejando que tudo perdure pela vida fora.
Fosse a realidade do nosso sentir
A verdade suprema de um porvir
Este amor de tão sofrido que há em nós
Nos trilhos penosos da razão e coração
Encontraria a livre expressão de uma paixão.
(Aníbal Panza)
#aqueleabraço
Por momentos pensei que já não era
O ser que um dia se perdera numa espera
Quando na ternura de uns braços
Me envolvi no mais quente dos abraços.
Se tudo o que por certo já vivi
Ao trazer-me pelos tempos até aqui
Com momentos incontáveis de prazer
Este foi o mais sublime de todo o meu viver.
Pela força interminável do abraço
Pelo conforto traduzido desse amasso
Pela energia transmitida do teu peito
Desfalecemos sem demora ou preconceito.
Talvez possa parecer um exagero
Como se de um sonho saísse o amor sincero
Renasci por ter de ti aquilo que me faltava
Naquele instante que o nosso corpo ansiava.
(Aníbal Panza)
Por momentos pensei que já não era
O ser que um dia se perdera numa espera
Quando na ternura de uns braços
Me envolvi no mais quente dos abraços.
Se tudo o que por certo já vivi
Ao trazer-me pelos tempos até aqui
Com momentos incontáveis de prazer
Este foi o mais sublime de todo o meu viver.
Pela força interminável do abraço
Pelo conforto traduzido desse amasso
Pela energia transmitida do teu peito
Desfalecemos sem demora ou preconceito.
Talvez possa parecer um exagero
Como se de um sonho saísse o amor sincero
Renasci por ter de ti aquilo que me faltava
Naquele instante que o nosso corpo ansiava.
(Aníbal Panza)
#preocupações
Uma casa com bandeiras
A roupa com etiquetas
Uma garrafa sem rótulo
Um outdor publicitário
Uma pessoa com pulseira
E rótulos de toda a maneira.
Queixumes, degredos, anseios
Manias, espertezas, rotinas
Salas, corredores sem esquinas
Vaidades, ignorâncias mesquinhas
Cruzes canhoto é um sufoco
Que o confesso é muito pouco.
Estou louco de tanto enfado
Aqui, ali em tanto lado
Dizem não saber de nada
Enquanto palmilho a estrada
Pura só a luz de uma candeia
Que me vai iluminando
Na complexidade de um caos
Por entre os castelos de areia.
Fico assim preocupado
E igualmente atolado...
Comer gelado com a testa?
Que o coma a pessoa desonesta!
(Aníbal Panza)
Uma casa com bandeiras
A roupa com etiquetas
Uma garrafa sem rótulo
Um outdor publicitário
Uma pessoa com pulseira
E rótulos de toda a maneira.
Queixumes, degredos, anseios
Manias, espertezas, rotinas
Salas, corredores sem esquinas
Vaidades, ignorâncias mesquinhas
Cruzes canhoto é um sufoco
Que o confesso é muito pouco.
Estou louco de tanto enfado
Aqui, ali em tanto lado
Dizem não saber de nada
Enquanto palmilho a estrada
Pura só a luz de uma candeia
Que me vai iluminando
Na complexidade de um caos
Por entre os castelos de areia.
Fico assim preocupado
E igualmente atolado...
Comer gelado com a testa?
Que o coma a pessoa desonesta!
(Aníbal Panza)
#coisasdotempo
Há nuvens no horizonte
Prenúncios
Do tempo que fará
Bom ou mau
O que vier, virá!
Entre o denso e obscuro
O claro e ofuscado
Surgem pingos
De bonança
E de alguma esperança!
As tormentas sempre passam
Mas no rescaldo do caos
Há sementes
Que impolutas germinam
E as saídas iluminam!
(Aníbal Panza)
Há nuvens no horizonte
Prenúncios
Do tempo que fará
Bom ou mau
O que vier, virá!
Entre o denso e obscuro
O claro e ofuscado
Surgem pingos
De bonança
E de alguma esperança!
As tormentas sempre passam
Mas no rescaldo do caos
Há sementes
Que impolutas germinam
E as saídas iluminam!
(Aníbal Panza)
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