#aparências
Alguns sinais
Que se refletem no espelho
Com função retrovisora
E por momentos
A estrada fica demasiado curta.
É no abrir dos olhos
Que tudo se modifica
No universo da nossa consciência
Deixando para trás
Aparências sem fim.
O que certo parecia
Na cega moralidade
Deixa incrédulo quem o agora vê.
Enfim, tudo é possível
A vida é o que é ... e como é!
(Aníbal Panza)
Um Blogue,como muitos outros. "Tudo o que somos incapazes de dar nos possui" (André Gide)
sábado, 13 de julho de 2019
#eleeela ou ocamarãoeasapateira
Seja tarde,seja cedo
Espere muito,espere pouco
Ele nunca se aborrece
E por mais que espreite o medo
O amor é ainda mais louco!
Pois...
O abraço sempre apetece
Fugitiva e fugaz
Do nada ela aparece
E de repente tudo parece
Uma espécie de dança
Com voltas e voltinhas
Pois como já dizia o Gatinhas: "Quem corre por gosto,não cansa"
Não há nada que pague
Paciência dele
Atrevimento dela
Nem nada que os largue
Pois este amor
É a coisa mais bela!
(Tomásia)
Seja tarde,seja cedo
Espere muito,espere pouco
Ele nunca se aborrece
E por mais que espreite o medo
O amor é ainda mais louco!
Pois...
O abraço sempre apetece
Fugitiva e fugaz
Do nada ela aparece
E de repente tudo parece
Uma espécie de dança
Com voltas e voltinhas
Pois como já dizia o Gatinhas: "Quem corre por gosto,não cansa"
Não há nada que pague
Paciência dele
Atrevimento dela
Nem nada que os largue
Pois este amor
É a coisa mais bela!
(Tomásia)
#precisava
Precisava!
Ou preciso?
Que alguém me acalme
O juízo!
Precisava!
Ou preciso?
Fugir de uns tantos ou quantos
Preconceitos!
Numa vida de imperfeitos
Só quem ama
Tropeça em mil defeitos
Sem que tal seja preciso!
Tudo bem!
Um dia a vida acaba
O que se leva é nada
E nada ... não precisava!
(Aníbal Panza)
Precisava!
Ou preciso?
Que alguém me acalme
O juízo!
Precisava!
Ou preciso?
Fugir de uns tantos ou quantos
Preconceitos!
Numa vida de imperfeitos
Só quem ama
Tropeça em mil defeitos
Sem que tal seja preciso!
Tudo bem!
Um dia a vida acaba
O que se leva é nada
E nada ... não precisava!
(Aníbal Panza)
São servidos?
#umaespera
Como o respirar
Também o pensar em ti
É uma constante
Que faz o coração palpitar.
Mais rápido ou devagar
Nunca chega a parar
E numa invulgar apneia
Encontra um suspirar!
Ai esta ausência
Tão longa sendo tão curta
Que nem um simples até já
Me acalma ou conforta!
(Aníbal Panza)
#umaespera
Como o respirar
Também o pensar em ti
É uma constante
Que faz o coração palpitar.
Mais rápido ou devagar
Nunca chega a parar
E numa invulgar apneia
Encontra um suspirar!
Ai esta ausência
Tão longa sendo tão curta
Que nem um simples até já
Me acalma ou conforta!
(Aníbal Panza)
#naqueledia
Naquele dia
Dia igual aos outros
Outros que ali andam
Andam à minha espera.
Espera que desespera
Desespera assim quem ama
Ama quem diz bom dia!
Bom dia!
Selado com um abraço
Naquele pequeno espaço
Oferecendo o seu beijo
Com todo o seu desejo
A quem lhe deixa mil marcas
Num rosto onde as súplicas
Estão sedentas de um amasso.
Bom dia!
Dali me vou
Vou reter o sentimento
Sentimento de alguém
Alguém que no sentir provoca
Provoca tal emoção
Emoção naquele dia
Dia em que o seu coração
Para sempre me cativou.
(Mariavaicomasoutras 10/06/2018)
Naquele dia
Dia igual aos outros
Outros que ali andam
Andam à minha espera.
Espera que desespera
Desespera assim quem ama
Ama quem diz bom dia!
Bom dia!
Selado com um abraço
Naquele pequeno espaço
Oferecendo o seu beijo
Com todo o seu desejo
A quem lhe deixa mil marcas
Num rosto onde as súplicas
Estão sedentas de um amasso.
Bom dia!
Dali me vou
Vou reter o sentimento
Sentimento de alguém
Alguém que no sentir provoca
Provoca tal emoção
Emoção naquele dia
Dia em que o seu coração
Para sempre me cativou.
(Mariavaicomasoutras 10/06/2018)
terça-feira, 25 de junho de 2019
#insólito
Limonete e cidreira
Martelinhos e Alho porro
Vasos com manjericos
Cascatas e brincadeira...
Mas, atrás do que é que eu corro?
Não sei! A vida dá muitas voltas
Antes do cair ao chão!
Portanto imploro ao Santo:
Nunca me vires as costas
Oh Meu rico S. João!
Se batizado já eu sou
E quem tem capa sempre escapa
No reino da presunção
E das postas de pescada
É por isso que aqui estou
Recebendo uma bênção
No meio da tua capa
Debaixo da tua mão!
Perdoas-me?
Não precisas!
Não me revejo na alhada!
(Aníbal Panza)
Limonete e cidreira
Martelinhos e Alho porro
Vasos com manjericos
Cascatas e brincadeira...
Mas, atrás do que é que eu corro?
Não sei! A vida dá muitas voltas
Antes do cair ao chão!
Portanto imploro ao Santo:
Nunca me vires as costas
Oh Meu rico S. João!
Se batizado já eu sou
E quem tem capa sempre escapa
No reino da presunção
E das postas de pescada
É por isso que aqui estou
Recebendo uma bênção
No meio da tua capa
Debaixo da tua mão!
Perdoas-me?
Não precisas!
Não me revejo na alhada!
(Aníbal Panza)
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