quarta-feira, 25 de setembro de 2013

ELEIÇÕES

A minha ausência neste canal de comunicação tem sido uma constante.
Perante mais um acto eleitoral, sinto que o dever cívico se torna apelativo.
Escolher entre o bem maior e o mal menor pode não ser fácil.
Não podemos ficar de braços cruzados...
Aguentando com tudo o que nos é apresentado como incontornável
Sustentado sempre por discursos promovidos por profetas da desgraça!

Entrecortados por outros mais serenos na fragilidade de uma insegurança!

Somos donos do nosso pensamento...
Onde a tomada de decisão se torna exclusivamente nossa!

Vamos votar porque ficar em casa é passar cheques em branco.
Orgulhemo-nos de manifestar o nosso descontentamento...
Tomemos a decisão de que o nosso voto é um grito de revolta!
Então, votemos contra os que defraudam diáriamente as nossas expecttivas!
Mais vale sofrer ao derrotar quem nos amedronta do que viver uma vida sofrida pelo amedrontamento que                                                                                                    nos derrota!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Páscoa

Santa e Feliz Páscoa


Que o fim da escravidão humana e do martírio terminem com a ressurreição de Cristo feito Homem.

Que o nosso sofrimento nos conduza à livre condição do ser humano respeitado no dia a dia.

Que os carrascos e centuriões que nos flagelam descansem em paz para todo o sempre na mais profunda das galáxias...

Eu acredito, melhores dias virão.

quarta-feira, 13 de março de 2013

corada...

Não sou pessoa de ficar corada
Quando a Maria encontrou a amiga
ficou meia esverdeada nos sofás
daquele pequeno vão da escada!
Querias que  te afirmasse
sobre o que ali vi, mesmo sentado
com o segurança meio embasbacado
a olhar para o meu bom bocado...
Gostei de te admirar e falar
sobre tudo o que sabemos
E voltarei ao teu antro visitar
porque a amizade é o que queremos.
Agora vai saborear o trabalhar
porque tudo ficou a pensar
onde raio se meteu a Maria
para seu rosto corar?
Ou antes: esverdear!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Porque nasci...


Como posso andar contente
Indignado que estou?
Nesta pátria tão diferente
Que o meu ser imaginou!
Útero que me pariste
Em tempos que já lá vão,
Nunca nada te assustou...
Temerias o que existe
Agora nesta nação.
Empregos vão acabando,
Cretinos  vão governando,
Injustiças mil gerando,
Nosso futuro negando,
Covardemente enganando
O povo que os elegeu.
Porque mereço tal coisa?
Há por aí muito engano.
Esses que nos falseiam,
Eu digo com muito orgulho
NASCI PARA VIVER AQUI!.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Uma árvore...na selva!


Sinto que algumas vezes        
ultrapasso os meus limites     
nas minhas palavras corteses     
há muitas que são palpites.          
mais certo é o incerto   
fico atento ao que dizes    
porque o caminho mais perto 
faz criar-me mais raízes.
Daquelas que alimentam
a árvore da amizade   
e que também sustentam    
o tronco da felicidade.  
E com palavras que são   
as folhas feitas carinho     
que aveludam meu coração     
quando me sinto sozinho.  
Nesta árvore gerada
em jardins tão virtuais  
a orquídea é convidada   
e diferente das demais.    
O fruto esse será   
o que quiser o amanhã      
da minha parte estará      
onde o seu me lembrará...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Ora bolas


Ora bolas, digo eu...e dizes tu!

Gasparizados que estamos,
Nesta forma de viver,
Porque pago este alto preço
Se a carestia não mereço?
E aquilo que me resta
Já só é o sobreviver!
Sinto que querem levar-me
para a lura do coelho,
Tudo isso é traição!
E o futuro mais certo
é ser um dia apanhado
por um qualquer espertalhão.
Em cada dia que passa
onde relvas proliferam,
quais infestantes de raça,
que discursos vociferam
nos recantos de uma praça!
Já vila Morena salta
com um modo curioso...
mas o que fazia falta
era um produto venenoso!
Entroikados, gasparizados,
empapados, pedofilizados
descoelhados, encavacados...
Ora bolas, digo eu....
se tudo acaba em "ados"
...o que me dizes tu?




sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Delírio


Metido nos meus segredos                                  
ninguém me dá um valor...                                  
Nada mais me forçará,                                  
lindos são nossos sonhos                                
das memórias recriados!                                
Dormindo em nuvens de espuma,                                
vezes sem conta acordados...                                
Distraindo o que é real                                  
gastando um mar de energia...                                
Ondulando com a brisa                                  
que nos leva a bom porto,                                
dissimulando um abrigo...                                
Sereno mas com mil perigos,                                
estudando os movimentos,                                
escutando os ruídos...                                  
"touching" the imaginary,                                
contrario tal destino...                                
timidamente vivido,mas...                                  
governado "by the rules"!

Falsa Primavera...


Tanto tempo que se perde,
gostava de ser diferente.                  
De que serve o engano,
estar à espera de algo...
Contigo, mais eu não digo.                    
Talvez seja um idiota,
para escrever o que sinto,                      
Nada disso acontece....
Ou para tudo dizer,
muito do que me apetece...                
amar a quem eu não minto!
Sofrido tudo se envolve
É tempo de descobrir
O que nunca aconteceu
Tempo...de florir!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Parvoíce...


Na palavra está a força
Na força está o engano
Engano de quem é fraco
Mas forte no seu falar.
Quando falo não sou fraco
Engano o meu muscular
E na força da palavra
Enfrento o ar e o mar.
Ar e mar ou mar e ar
Marar ou armar se juntas
Assim continuo forte
Com um ar meio marado
Quiçá armado em parvo.
Com pés molhados no mar
E com a pobre da cabeça
Perdida e tonta no ar…

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Pergunto porque me apetece…


Fujo das sombras de um presente
Onde o passado está omnipresente…
Desacreditado, espaireço as minhas ideias…
Ancoradas num porto de solidão.
Será que me vou reencontrar?
Entediado que está o meu pensar!

Lacrimejar de nada serve…
Apenas me desidrata !
Onde me leva o destino?

Suspiro por uma manha clara…
Olhando tudo o que está em redor.
Faminto da satisfação desconhecida.
Rumando quase à deriva…
Esperando que esta incógnita
Respostas dê… a minha alma aflita! 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Zil Anos


Podres Poderes:

http://www.youtube.com/watch?v=Lya0quLpZ4w

A verdade de Caetano Veloso que se manterá por "zil anos"