#amordesgarrado
Não vejo triunfos no amor
Nem este poderá ser
Uma conjugação de verbos.
O Amor é um sentimento
Que é bom para quem sente
Por vezes mói, corrói cá por dentro
Porque amar está mais no dar...
Nunca está no conquistar,
Quem ama morre sedento!
Mas antes da morte alguém diz:
”Às vezes
Sem querer
damos por nós a jogar
Por não querermos perder
Quem não soubemos amar”
Contudo amar não é um jogo
Pese embora quem o segue
É um novelo de fogo
Não há por onde se pegue.
(Mariavaicomasoutras)
Um Blogue,como muitos outros. "Tudo o que somos incapazes de dar nos possui" (André Gide)
domingo, 28 de outubro de 2018
sábado, 27 de outubro de 2018
#estadosdeespirito
Bom dia! Então como estás?
Faz tempo que não te via
Desde aquele célebre dia
Em que tu foste capaz
De me deixar por momentos
Entregue a esperanças vãs.
Bom dia! Estou assim como vês!
Sem sins, sem nãos ou porquês!
A sério que assim estás?
Porque isso não te enxergo!
Pudera que o que vemos
Fosse apenas o que queremos
De tudo o bom que se fez
Sempre uma e outra vez!
Pois que assim seja se é isso o que queres.
Abre os olhos, faz-te à vida e luta quanto puderes!
(Mariavaicomasoutras)
Bom dia! Então como estás?
Faz tempo que não te via
Desde aquele célebre dia
Em que tu foste capaz
De me deixar por momentos
Entregue a esperanças vãs.
Bom dia! Estou assim como vês!
Sem sins, sem nãos ou porquês!
A sério que assim estás?
Porque isso não te enxergo!
Pudera que o que vemos
Fosse apenas o que queremos
De tudo o bom que se fez
Sempre uma e outra vez!
Pois que assim seja se é isso o que queres.
Abre os olhos, faz-te à vida e luta quanto puderes!
(Mariavaicomasoutras)
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
#MAGUSTOS
Outono!
Cai a folha, abre o ouriço.
Escancara-se a porta à castanha
Maturada cai do alto
Espera a mão que a apanha!
Outono!
Juntam-se amigos
Numa roda, mesmo que sem fogueira!
É uma pausa do trabalho
Para fugir à canseira!
Outono!
Contam-se histórias
Todas elas repletas de verdade!
Em nós ficam memórias
De uma livre e sincera amizade!
(Aníbal Panza)
Outono!
Cai a folha, abre o ouriço.
Escancara-se a porta à castanha
Maturada cai do alto
Espera a mão que a apanha!
Outono!
Juntam-se amigos
Numa roda, mesmo que sem fogueira!
É uma pausa do trabalho
Para fugir à canseira!
Outono!
Contam-se histórias
Todas elas repletas de verdade!
Em nós ficam memórias
De uma livre e sincera amizade!
(Aníbal Panza)
terça-feira, 23 de outubro de 2018
#AUTORETRATO/ESPELHOALUCINADO
Aníbal para todos
Aníbal também para mim.
Inigualável o seu ser
Belo por ser assim:
Ama sem medida
Lisonjeia a nossa vida!
Não há quem não o admire
Ou quem nele não se inspire
Gostar dele é inevitável
Uns muito,outros bastante
Eu de modo incomensurável!
Incrível,admirável
Raro ser,tão interessante
Amigo para todo o instante
Fica bem entranhado
Em qualquer coração
Reactivo,emotivo
Não sabe dizer que não
Alguém que é tão querido
Nem há sequer parecido!
De todas as estrelas,
E no meio de tanta gente,
Sempre o mais reluzente!
Para sempre no meu peito
Assim ele estará
Aníbal,que tanto respeito
Zelador...do que será?
Amor...de um amor perfeito!
(Aníbal Panza)
Aníbal para todos
Aníbal também para mim.
Inigualável o seu ser
Belo por ser assim:
Ama sem medida
Lisonjeia a nossa vida!
Não há quem não o admire
Ou quem nele não se inspire
Gostar dele é inevitável
Uns muito,outros bastante
Eu de modo incomensurável!
Incrível,admirável
Raro ser,tão interessante
Amigo para todo o instante
Fica bem entranhado
Em qualquer coração
Reactivo,emotivo
Não sabe dizer que não
Alguém que é tão querido
Nem há sequer parecido!
De todas as estrelas,
E no meio de tanta gente,
Sempre o mais reluzente!
Para sempre no meu peito
Assim ele estará
Aníbal,que tanto respeito
Zelador...do que será?
Amor...de um amor perfeito!
(Aníbal Panza)
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
#projetosdevida
Quando nos caminhos da vida
Ficamos algo dependentes
Das certezas e incertezas
Num projeto que à partida
Era uma boca sem dentes.
Damos connosco a pensar
Se a Vida nos persegue
Ou somos nós que a seguimos
Com a cabeça completamente no ar
Ou com o Diabo que a carregue.
Passamos assim o tempo
Ora de um modo intrigante
Com pouco de inteligente
Ora de lamentos sedento
Com um ar algo arrogante
Quem sabe se prepotente
Sem nunca levar em frente
Projetos com qualidade
Que sejam garantidamente
O caminho da verdade!
Finalmente no balanço
Que o meu frágil juízo faz
Não hesito sigo em frente
Sem querer olhar para trás.
E as certezas e incertezas
Serão sempre o meu alento
Pelo que de lutar não me canso
Disciplinando o desejo
De amar o que alcanço
Sonhando com o que não vejo!
(Aníbal Panza)
Quando nos caminhos da vida
Ficamos algo dependentes
Das certezas e incertezas
Num projeto que à partida
Era uma boca sem dentes.
Damos connosco a pensar
Se a Vida nos persegue
Ou somos nós que a seguimos
Com a cabeça completamente no ar
Ou com o Diabo que a carregue.
Passamos assim o tempo
Ora de um modo intrigante
Com pouco de inteligente
Ora de lamentos sedento
Com um ar algo arrogante
Quem sabe se prepotente
Sem nunca levar em frente
Projetos com qualidade
Que sejam garantidamente
O caminho da verdade!
Finalmente no balanço
Que o meu frágil juízo faz
Não hesito sigo em frente
Sem querer olhar para trás.
E as certezas e incertezas
Serão sempre o meu alento
Pelo que de lutar não me canso
Disciplinando o desejo
De amar o que alcanço
Sonhando com o que não vejo!
(Aníbal Panza)
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
#todoocuidadoépouco
Palavras!
Desordenadas, mas puras!
Enviadas por engano
Erro humano!
Palavras!
Que expõem vidas de risco!
Deixam a nu às vezes
Raízes!
Palavras!
Sentidas, amigas!
Caídas do pé para a mão
Revelam uma paixão!
Palavras!
Que não o são por mero acaso
Quase me deixam louco!
Ou tresloucado?
Palavras!
Com elas?
Todo o cuidado é pouco.
Foi por pouco!
(Aníbal Panza)
Palavras!
Desordenadas, mas puras!
Enviadas por engano
Erro humano!
Palavras!
Que expõem vidas de risco!
Deixam a nu às vezes
Raízes!
Palavras!
Sentidas, amigas!
Caídas do pé para a mão
Revelam uma paixão!
Palavras!
Que não o são por mero acaso
Quase me deixam louco!
Ou tresloucado?
Palavras!
Com elas?
Todo o cuidado é pouco.
Foi por pouco!
(Aníbal Panza)
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
#errei
Sei que por vezes
A desconfiança
Trai fortemente
O nosso discernimento.
Por isso, existe o lamento;
Sei que a razão
Ofuscada
Nos momentos tensos
Se adultera
Nos segredos de uma espera,
Sei, ou penso que sei!
Certamente
Que mais uma vez errei
Sei! Que por não ouvir
Deixei o tempo fugir!
(Aníbal Panza)
Sei que por vezes
A desconfiança
Trai fortemente
O nosso discernimento.
Por isso, existe o lamento;
Sei que a razão
Ofuscada
Nos momentos tensos
Se adultera
Nos segredos de uma espera,
Sei, ou penso que sei!
Certamente
Que mais uma vez errei
Sei! Que por não ouvir
Deixei o tempo fugir!
(Aníbal Panza)
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