quinta-feira, 21 de maio de 2026

#Vida Faz-se e desfaz-se nos dias A vida de cada um, Acontecendo ao segundo Sequências de arrelias Mas também de alegrias, No óbvio do senso comum. E, no total desses dias, Consolida-se assim a idade, Destacando-se alguns Envoltos em nostalgias, Construindo na vida poesias, No mar da diversidade. Por isso, ontem fiz anos, Originando os artigos Que aqui deixo apressado. Hoje, nos meus planos Está agradecer aos amigos Dizendo-lhes: MUITO OBRIGADO! (Aníbal Panza - 07.03.2026
#Vida Faz-se e desfaz-se nos dias A vida de cada um, Acontecendo ao segundo Sequências de arrelias Mas também de alegrias, No óbvio do senso comum. E, no total desses dias, Consolida-se assim a idade, Destacando-se alguns Envoltos em nostalgias, Construindo na vida poesias, No mar da diversidade. Por isso, ontem fiz anos, Originando os artigos Que aqui deixo apressado. Hoje, nos meus planos Está agradecer aos amigos Dizendo-lhes: MUITO OBRIGADO! (Aníbal Panza - 07.03.2026)
#Eu Às vezes... Não sei se o tempo pára, Indicando que enlouqueço, Bordando com espinhos o caminho! A sorte está no encontrar Lúcida guia no evitar do tropeço. Permito-me assim dizer, Abraçado ao destino: Nada sei sobre o futuro, Zelo aquilo que parece Acalentar os passos dados no escuro. (Aníbal Panza - 06.03.2026)
#A máscara e o disfarce Serenamente, Observamos o que nos rodeia... E é mesmo à nossa frente Que tudo ali acontece, Consciente ou inocentemente! Se o ver é como o vemos, O sentir é o que medeia A máscara que oculta a mente E o disfarce que parece Perseguir-nos permanentemente... O que podemos fazer No carnaval da vida de cada um? Manter firme a máscara, Disfarçada de inofensiva, Ou mascarar o disfarce que nos macera? Talvez nada, de verdade. Afinal estamos no carnaval dos carnavais! (Aníbal Panza - 16.02.2026)
#tempo Naquele céu azulado Que sempre esconde as estrelas, Pairam tantas incertezas Que qualquer luz perfurante, Por mais ínfima que seja, Mostra o caminho em frente, Na dúvida que nos tortura+ Soprando vai o vento ao ouvido... Uns sons que imitam palavras, E a chuva que, sem sentido, Com o tempo as vai deixando molhadas, Num rosto de amargura! Escorresse assim a nebulosidade, Transformada num sol de pouca dura! (Aníbal Panza - 07.02.2026 )
#Aparências É por demais evidente Que no viver é crescente A névoa super arreliadora Que, indefinida, reluz... Não sei de fora para dentro, Apenas sei que não vai embora! Nesse crescer evidente, Fico demasiado impaciente E procuro nas ciências A reposta que me seduz... Escondendo nas vivências A verdade com aparências! De qualquer modo, vou em frente Ainda que certa mas pobre gente Na vida pouco ou nada me diz, Porque ao ver plantas a florir Respiro pela luz que há-de surgir! (Aníbal Panza - 01.02.2026)
#Convicções Em dia de Eleição, Procuro o meu candidato Pelo nome e o retrato E, no segredo dos Deuses, Deixo a escolha bem à vista, Com toda a convicção! Num boletim com alguns nulos Luis, André, Eduardo, Joana Vieira, José, Catarina, Cotrim, Humberto, Seguro, Mendes, Ventura Filipe, Melo, numa formatura, No qual cada um seleciona os seus casulos! Eu voto sem igual Numa eleição em que escolho, Sempre com convicção. Sinto-me vitorioso com o copinho na mão! Acreditem... sei escolher. Neste local, a ginja não tem rival! (Aníbal Panza - 18.01.2026)