terça-feira, 26 de abril de 2011

O regresso dos Vikings

Atracaram em Lisboa

Gente boa…porque não?
Fazem lembrar os Vikings
Que nunca viajavam em vão!
Há quem diga que são chatos
E que são uns picuinhas
Talvez com isso os ratos
Saiam das suas toquinhas!
Levantem-se heróis do mar
Atenção mais uma vez…
É a hora de mostrar
A Alma do Português!
Mas, ladrão que rouba ladrão
É uma causa perdida…
Teremos cem anos de perdão
Para pagar toda esta dívida!

sábado, 23 de abril de 2011

Choveu...surgem os caracóis!

Andava eu distraído com Eyes bem Green por sinal


Passou-me pelo costado um pequeno animal…

Traz uma casa ás costas e lança-me desafios,

E tenho que confessar que isso me causa arrepios!

Porque sei que tem um nome parecido com caracol

Cacarola e com que jeito atira o seu anzol…

Sinto-me uma presa mordida por isso tento esta rima

E no visgo do seu ranho tento sair por cima!

Espero que na doçura desta Páscoa divertida

Não escorregue na verdura e se sinta uma perdida…

Tem artes imaginárias e disso vai dando prova

Não fosse dos encarnados e meti-a numa cova.

É uma querida e ensina quem na escola a procura

Pena que a Isabelinha lhe tenha deitado o Cão levando-a à loucura!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Para ti ...que lês as minhas mensagens!

Para que quero saber do que se passa em Lisboa?


Tive oportunidade de ter carreira política,

Andei de punho erguido em comícios e manifestações.

Gerando conflitos e provocando gritos

Lançando ideias e ideais bem bonitos!



Uma época brilhante e entusiasmante

Boa sementeira de reflexões e decisões.

Pasmam meus sentidos porque nada resultou…

Como é bom ser lutador e sonhador,

Acreditar que o mundo podia vir a melhorar.



Tudo de bom se deseja a quem mais queremos.

Muito se corre e luta para nada

Bom era que o mau tempo se dissipasse.

Querida aventura a de outrora

Amiga e conselheira da vida!



Beijos atrevidos usavam-se como arpões,

Estás ferida como que atingida pela arma.

No meu coração para sempre ficarás,

Porque te desejo e sofro com a tua ausência

Minha querida , desejada e abençoada amiga…

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O meu cão.

O meu cão chama-se FeMI.


Fe por parte do pai Rafeiro e MI por parte da mãe Mijona.

O meu cão é muito forte e vale muito dinheiro.

Não vendo o meu cão por nada deste ou do outro mundo.

Quando o chamam ele vem logo mas é preciso ter muito cuidado.

O meu cão tem os dentes muito afiados e morde tudo o que ainda mexe. Já mordeu algumas das minhas amigas, a Tuga por duas vezes, a Irish e a Grecca. Deixa sempre marcas de difícil cicatrização.

O FeMi tem uma namorada a Economie e ao contrário de outros cães que volta e meia estão deitados, o meu cão volta e meia salta-lhe em cima. Quanto mais a Economie fica fraca mais o FeMI vai trepando.

Se fosse cão gostava de ser como o FeMi, assim seria um cão grande.

O FeMi anda a morar a toca de um Coelho que apareceu lá no meu quintal, onde costuma brincar o Pinócatres e o dono da Economie.

No meu quintal há umas Portas que se abrem para entrar mais amigos na brincadeira que é muito Nobre.

O FeMI dá-se muito mal com uns gatinhos que por aqui andam, são da minha vizinha e chamam-se Gerómino e Louças.

Os meus pais dizem que o FeMI veio para ficar.

Para não mentir, não vendo o meu cão a ninguém, mas a sério que não gosto muito dele.

Preferia ter uma cadelinha, de olhos verdes que se desse bem com as cacaroletas e com o restante pessoal que brinca na minha quinta.

Ia ser giro.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Para voz …a Tua!

Na minha casa foi muito bom receber…


Tua doce e delicada voz!

Voz efeminada e acalorada.

Encontrei o que esperava encontrar,

Uma voz que me excita,

Calma livre e desafogada…

Radioactiva, que até o coração palpita!

Volta, traz a tua voz…encantada.

Sempre há alguém que acredita!

Aqui, onde o mundo é sofrido,

Fico aturdido ouvindo ruídos na rua,

Esperando a voz que é tua!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Mensagem...

Cruzei-me estes dias com esta mensagem que estava pintada numa parede, o autor não estava lá assinalado por isso para mim é desconhecido:
"Quando pensares que não és ninguem no mundo, pensa que és o mundo de alguém" (ad)